Pampulha

Quando, por trás das montanhas,
O pôr do sol anuncia
A magia do fim do dia
Estendendo seu brilho
Sobre a Lagoa da Pampulha,
Cada raio de sol que mergulha
Em suas águas serenas
Reflete, em laranja, a beleza
Que justifica a delicadeza
Do nome que batiza a cidade.

Admirando a grandeza do cenário,
Que de tão belo – penso – deveria
Continuar sempre em minha companhia,
Contemplo no belo horizonte
A paz que me acalenta a alma,
O momento que me traz calma,
O horizonte que se faz belo
E me aquece o coração,
Como se ouvisse a natureza
Em uma forma de oração.


Poema publicado no livro “Anjo Único“.